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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Vá você

Desta vez o pessoal não se deixou intimidar pelo nome de mais um vulcão islandês e transformou um assustador Bárðarbunga numa coisa muito mais familiar: Bardabunga.
Não sei de quem foi a ideia, mas faz lembrar o sr. Berlusconi, não faz?

domingo, 29 de dezembro de 2013

Postais de Toronto VIII

As iluminações natalícias são, em Toronto, iniciativa dos particulares - tal como outras actividades, nomeadamente a remoção de neve dos passeios - e por isso alegram sobretudo os bairros residenciais.
Este ano achei-as fraquinhas e pouco presentes, mas ainda assim algumas casas fazem justiça à minha memória.




Os moradores desta rua optaram por uma decoração diferente:


(Toronto, Dezembro 2013)

sábado, 15 de dezembro de 2012

De boas intenções...


... estará o Palácio de Belém cheio.

A página oficial da Presidência da República diz que a árvore de Natal e a mesa da ceia foram decoradas com artigos exclusivamente portugueses, o que só fica bem, mas olhando bem para a própria árvore, sou só eu a suspeitar que é tão chinesa como a que tenho aqui em casa?



segunda-feira, 11 de junho de 2012

Camoniana

Não foi de propósito que estive em Constância no dia de Camões. Nem sabia que decorriam as XVII Pomonas Camonianas, uma espécie de feira com cortejos, conferências, comezainas e venda de flores relacionadas com versos camonianos, presumivelmente cultivadas no Horto de Camões, que foi desenhado por Gonçalo Ribeiro Telles (outra vez ele) mas estava fechado à hora a que lá passei.

(Constância, Junho 2012)

Ainda não foi desta vez que entrei na casa de Camões, na de Vasco de Lima Couto ou na biblioteca que leva o nome de Alexandre O'Neill. A vila que os atraiu a eles a mim diz pouco, embora tenha residentes que dizem o mais que podem.

(Constância, Junho 2012)

Há o Tejo, claro, o fermoso Tejo dele, escorrendo lentamente, engrossando um pouco com o caudal do Zêzere, rodeando o castelo de Almourol que aparenta não ter mudado desde que lá estive em viagem de finalistas do ensino secundário.

(Almourol, Junho 2012)

Mais adiante, em Vila Nova da Barquinha, um autarca megalómano transformou sete hectares num parque ribeirinho para deleite dos seus sete mil habitantes. E alguém (o mesmo autarca?) plantou amoreiras por todo o lado. Mas estas, ah! estas estavam em flor, e quem nunca sentiu o perfume das flores das amoreiras vá lá a correr e diga-me se não quereria ter o talento de Camões para o cantar.



(Vila Nova da Barquinha, Junho 2012)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Equidade

Curioso como, com a proposta para acabar com os feriados de 5 de Outubro e 1 de Dezembro, o governo conseguiu irritar simultaneamente republicanos e monárquicos.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Bom ano novo

Curiosamente à meia-noite nenhuma das quatro televisões nacionais passou imagens do fogo-de-artifício madeirense, o mais antigo e famoso do país. Hoje, no jornal das 7, a SIC Notícias pretendeu convencer-nos que (houve mas) causou incêndios e desalojou pessoas.
Na procura por um bode expiatório para o mau viver, a Madeira e Alberto João Jardim estão na fila, mas seria preciso tanto?

Felizmente o resto do mundo ignora essa guerra e aqui fica um testemunho, com os meus votos de bom ano para os amigos deste blogue: haja saúde, alegria e força para levar por diante os projectos de cada um.

Foto do Daily Mail

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Natal sem luzes

Não sei o que se passa no resto do país, mas em Albufeira este ano não há iluminações de Natal. Só um letreiro à entrada da cidade para quem vem da autoestrada. Em Lisboa também nada vi: aquela espécie de cogumelos Disney em volta da estátua do marquês de Pombal não dá luz e obviamente não conta*.

Toda a gente parece achar normal esta austeridade, contentando-se em lamentá-la com ar compungido.

(Hoje, na minha janela)

Mas a pergunta que ninguém faz (excepto o A., esta tarde) é: o que aconteceu às luzes dos anos anteriores? Não se podem reutilizar? Não sobrou nada? Foi tudo para o lixo?
Por outras palavras: que desperdício foi esse a juntar aos outros? E os senhores autarcas ainda andam aí?


*Para quem não sabe a que cogumelos me refiro, ei-los aqui.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Caceres

Outra cidade da raia espanhola que vale bem uma visita é Cáceres. Dela só me lembrava da Plaza Mayor; desta vez encontrei-a cheia de bancas de comida e artesanato para o mercado medieval de las tres culturas que subia ao assalto da cidade monumental. Desengane-se quem julgar, assim de repente, que estas casas de pedra são, também elas, medievais: muitas são renascentistas ou posteriores, testemunhas do enriquecimento das famílias que participaram na conquista da América.


(Caceres, Novembro 2011)

Logo abaixo rasgam-se avenidas modernas e, para regularizar o trânsito, há semáforos muito divertidos.

domingo, 27 de novembro de 2011

Começou a temporada...

... dos mercadinhos de Natal :-)


(Quinta do Lago, Novembro 2011)

São, claro, iniciativas dos residentes estrangeiros a favor de diversas caridades. Os portugueses continuam a sonhar com o Estado Social.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A crise em Espanha

A taxa de desemprego em Espanha é superior a vinte por cento. E note-se que desempregado é aquele que procura emprego através de instituições públicas, porque se não o fizer chama-se inactivo e não conta para esta estatística. A bolha imobiliária é evidente, sobretudo no sul, na região de Marbella, onde, como cá, ainda mais do que cá, se construiu desalmadamente na convicção de que para tudo o que se construísse haveria compradores. Assim, há aldeias completamente descaracterizadas, às quais só restam as excursões de velhotes que vão admirar a vista e fotografar os burros.


(Mijas, Novembro 2011)

Em Novembro a marina de Puerto Banús é como a de Vilamoura: um deserto, ainda que com barcos e lojas de outro escalão, pelo que imagino que a clientela em Agosto também seja diferente.

(Puerto Banús, Novembro 2011)

No entanto não há quem lhes roube a boa disposição nem o amor pela rua. Em Cáceres o fim-de-semana medieval parecia ter atraído meia Extremadura, e dir-se-ia que ali não há quebra de natalidade.

(Caceres, Novembro 2011)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O mesmo cabeleireiro

Estes dois frequentam o mesmo cabeleireiro. Que digo eu? O mesmo groomer, que já li alguém referir-se ao penteado da duquesa de Alba como o de um caniche electrocutado.

Duquesa de Alba: foto Hola! (editada)

domingo, 17 de julho de 2011

Motos em Faro

Mais que o feriado municipal, mais que a feira de Santa Iria, a concentração de motas num fim de semana de Julho é a grande festa de Faro. A partir da quarta-feira começam a chegar dezenas de milhar de motas, grandes, pequenas e transformadas, que vão enchendo um recinto reservado, perto da praia e do aeroporto. Os residentes visitam o acampamento, admiram motas e motards, curtem, e no domingo de manhã instalam-se ao longo das avenidas para verem o desfile de encerramento.

(Faro, Julho 2011)


(Foto © R.M, Faro, Julho 2011)


Pessoalmente não me atrai por aí além o que imagino seja o ambiente da concentração, entre cervejas e hard-rock, mas interessa-me a estética das motas, e ando há anos (desde que vivo no Algarve!) com vontade de assistir ao desfile, o que por uma razão ou outra ainda não consegui fazer.

Hoje cheguei mesmo no final e vi um pedaço da partida, mas o desfile propriamente dito só o apanhei no Youtube, a abrir-me o apetite para o ano que vem. Sem falta.





(Faro, Julho 2011)

domingo, 12 de junho de 2011

Sardinhas

Em Lisboa, este fim de semana, não se aguentava o cheiro de sardinhas assadas.

domingo, 1 de maio de 2011

Momento de crónica social

Pensei fazer um post sobre o casamento real inglês e os trapinhos mas não tenho nada a acrescentar ao que já foi dito: a noiva muito elegante, a irmã muito noiva, a rainha igual a si própria, a Beckham muito grávida, as manas York impossíveis, Letizia a desaparecer, a Princesa Real vestida com os cortinados da sala, o casal John-Furnish muito bem, e as tendências a aproximarem-se do meu gosto pessoal - excepto os chapéus, naturalmente.

E então?

Então não há como uma boa história de príncipes e princesas para os republicanos comentarem durante o fim-de-semana.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Auguri, Roma

Não é qualquer cidade que pode festejar o dia exacto da sua fundação e uma história de mais de vinte e sete séculos.

Roma pode: celebra hoje o seu 2764º aniversário (tomara eu saber como se diz isto por extenso) e eu gostava de lá estar a acompanhar cerimónias como o traçado do sulco, que imagino deve ser uma imitação do que fez Rómulo ao traçar o limite da povoação, o chamado pomerium, no interior do qual não era permitido o uso de armas, e as festas das Parilia, de cujos detalhes originais pouco se sabe a não ser que eram ritos purificatórios de origem pastoril e incluíam saltos por cima de fogueiras, coisa que eu ainda fiz quando era criança, por altura dos Santos Populares.

Esta data coincide com a batalha de Munda, em Espanha, em 45 BCE (ou 708 aUc), que pôs fim à guerra civil entre César e os pompeianos. César venceu, claro, mas foi uma batalha duríssima na qual, segundo ele mesmo disse, combateu não só pela vitória mas pela própria vida.

Parabéns, Roma. Parabéns, César.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Thanksgiving

Os americanos celebram hoje o dia de Acção de Graças, e embora isso não tenha nada que ver com a nossa história ou tradição, não deixa de ser interessante e se calhar agradável, como sugerem a Moura Aveirense e a Opera Chic, lembrarmo-nos das coisas pelas quais podemos estar gratos.

Hoje já é um bocado tarde para me pôr à procura de motivos de gratidão, por isso fica para o próximo ano, se me lembrar, e se ainda os houver.

domingo, 31 de outubro de 2010

Halloween

Eu detesto filmes de terror, teias de aranha e Halloween. No entanto, quando vivi na América, achei alguma graça ao ambiente, e cheguei a ter rebuçados em casa para a eventualidade de me aparecerem trick-or-treatsters.

Os bairros residenciais de Toronto, que para o Natal se enfeitam feericamente de luzes, apresentam nesta altura decorações mais sinistras.



(Toronto, Outubro 2010)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Não há festa no Palácio

Notícia do Diário de Notícias:

Reino Unido
Rainha anula festa de Natal devido à crise
por Lusa Hoje
(...)
A rainha Isabel II anulou a recepção que costuma dar de dois em dois anos ao pessoal por ocasião do Natal, alegando que é necessário "mostrar uma certa contenção" nos actuais difíceis tempos económicos, foi hoje anunciado.
(...)
Este ano, a festa estava prevista para 13 de Dezembro e cerca de 1200 empregados domésticos, incluindo secretários, tinham sido convidados, segundo o jornal britânico The Sun.
A «Christmas Party», financiada com fundos privados da rainha, custa cerca de 50 000 libras (57 mil euros), segundo o jornal. O palácio não confirmou estes dados.(...)


Confronte-se isto com esta notícia. E com esta outra. E há muitos que ainda julgam que as monarquias são caras.

domingo, 6 de junho de 2010

Festa da Flor

Nunca estive na Festa da Flor na Madeira, mas a minha mãe esteve este ano e trouxe-me algumas fotografias.

Ao contrário do que foi prometido pelo sr. Sousa e levou Alberto João Jardim a negar todos os nomes que lhe tinha chamado, o desgoverno nacional não mandou um cêntimo de ajuda para a reconstrução da ilha. O que valeu às famílias foi a solidariedade de pessoas e instituições não governamentais e isso, diante das necessidades, foram trocos.

No entanto, ao que me dizem,



(Fotos © R.M., Funchal, Abril 2010)