Notícia do Expresso:
Descoberta: partículas mais rápidas que a luz?
É uma descoberta que a confirmar-se abrirá novas perspetivas científicas. Físicos franceses anunciaram ter medido partículas elementares da matéria a uma velocidade superior à da luz.
9:50 Sexta feira, 23 de setembro de 2011
Os neutrinos, partículas elementares da matéria, foram medidos a uma velocidade que ultrapassa ligeiramente a velocidade da luz, considerada até agora como um "limite intransponível", anunciaram hoje físicos de um centro de investigação francês.
(...)
As medições efetuadas (...) concluíram que um feixe de neutrinos percorreu os 730 quilómetros que separam as instalações do Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN), em Genebra, do laboratório subterrâneo de Gran Sasso, no centro de Itália, a 300,006 quilómetros por segundo (...)
"Tendo em conta o enorme impacto que tal resultado poderá ter na Física, são necessárias medições independentes para que o efeito observado possa ser refutado ou então formalmente estabelecido", sublinha o CNRS.(...)
É assim que a ciência funciona: submetendo-se a confirmação por outros investigadores. Mas se estes resultados se confirmarem, teremos muitos apreciadores de ficção científica - da boa, a de Isaac Asimov e Arthur C. Clarke - a acenarem com ar satisfeito, Nós bem dizíamos, e a sonhar com viagens espaciais ainda durante a sua vida.
Descoberta: partículas mais rápidas que a luz?
É uma descoberta que a confirmar-se abrirá novas perspetivas científicas. Físicos franceses anunciaram ter medido partículas elementares da matéria a uma velocidade superior à da luz.
9:50 Sexta feira, 23 de setembro de 2011
Os neutrinos, partículas elementares da matéria, foram medidos a uma velocidade que ultrapassa ligeiramente a velocidade da luz, considerada até agora como um "limite intransponível", anunciaram hoje físicos de um centro de investigação francês.
(...)
As medições efetuadas (...) concluíram que um feixe de neutrinos percorreu os 730 quilómetros que separam as instalações do Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN), em Genebra, do laboratório subterrâneo de Gran Sasso, no centro de Itália, a 300,006 quilómetros por segundo (...)
"Tendo em conta o enorme impacto que tal resultado poderá ter na Física, são necessárias medições independentes para que o efeito observado possa ser refutado ou então formalmente estabelecido", sublinha o CNRS.(...)
É assim que a ciência funciona: submetendo-se a confirmação por outros investigadores. Mas se estes resultados se confirmarem, teremos muitos apreciadores de ficção científica - da boa, a de Isaac Asimov e Arthur C. Clarke - a acenarem com ar satisfeito, Nós bem dizíamos, e a sonhar com viagens espaciais ainda durante a sua vida.


