A última viagem do ano foi uma há muito adiada. As Canárias têm a reputação manchada como destino de turismo de massas, Albufeiras tamanho gigante, plantações de hoteis que são uma das piores invenções dos espanhóis. Mesmo assim, desta vez enchi-me de coragem e aterrei em Tenerife.
Obviamente há esses monstros, desde os mais conhecidos como a Playa de las Americas até outros aparentemente mais remotos:
Mesmo assim é possível encontrar uma cidadezinha mais discreta com a sua praia artificial
e até ficar num aparthotel cheio de estilo:
debruçado sobre a praça onde à segunda-feira se faz o mercado local.
Ainda há pequenas praias civilizadíssimas de areia negra:
ou piscinas naturais que ao fim de semana são frequentadas também pelos locais, ou tinerfeños:
Uma excursão a fazer, contudo, é a que nos leva a ver baleias:
e golfinhos:
e estas falésias conhecidas como Los Gigantes:
Inspirados por estas, mas deixando a costa, podemos embrenhar-nos por montes escarpados:
É preciso alguma coragem para negociar curvas seguidas em cotovelo em estradas em que só a berma nos salva quando cruzamos um autocarro, e podemos chegar ao destino e não conseguir lugar para estacionar quando nos apetecia uma bebida reconfortante.
Mais fácil, afinal, é a visita ao Teide, o vulcão que domina a ilha, com quase quatro mil metros de altura:
apesar de no teleférico não aceitarem grávidas, cardíacos ou cães ☹
Procurem-se então terrenos mais amigos, mais urbanos:
onde pontifica o dragoeiro milenar
e há túneis com vista
igrejas antigas
e mesmo recintos arqueológicos
com pirâmides construídas pelos guanches, os habitantes pré-hispânicos:
Obviamente há esses monstros, desde os mais conhecidos como a Playa de las Americas até outros aparentemente mais remotos:
(Puerto de Santiago, Novembro 2015)
Mesmo assim é possível encontrar uma cidadezinha mais discreta com a sua praia artificial
(Alcalá, Novembro 2015)
e até ficar num aparthotel cheio de estilo:
(Alcalá, Novembro 2015)
debruçado sobre a praça onde à segunda-feira se faz o mercado local.
Ainda há pequenas praias civilizadíssimas de areia negra:
(Alcalá, Novembro 2015)
ou piscinas naturais que ao fim de semana são frequentadas também pelos locais, ou tinerfeños:
(Garachico, Novembro 2015)
Uma excursão a fazer, contudo, é a que nos leva a ver baleias:
(Puerto de Santiago, Novembro 2015)
e golfinhos:
(Puerto de Santiago, Novembro 2015)
e estas falésias conhecidas como Los Gigantes:
(Alcantillado de Los Gigantes, Novembro 2015)
Inspirados por estas, mas deixando a costa, podemos embrenhar-nos por montes escarpados:
(Santiago del Teide, Novembro 2015)
(Santiago del Teide, Novembro 2015)
É preciso alguma coragem para negociar curvas seguidas em cotovelo em estradas em que só a berma nos salva quando cruzamos um autocarro, e podemos chegar ao destino e não conseguir lugar para estacionar quando nos apetecia uma bebida reconfortante.
(Mazca, Novembro 2015)
Mais fácil, afinal, é a visita ao Teide, o vulcão que domina a ilha, com quase quatro mil metros de altura:
(Teide, Novembro 2015)
(Teide, Novembro 2015)
apesar de no teleférico não aceitarem grávidas, cardíacos ou cães ☹
(Teide, Novembro 2015)
Procurem-se então terrenos mais amigos, mais urbanos:
(La Orotava, Novembro 2015)
onde pontifica o dragoeiro milenar
(Icod de los Vinos, Novembro 2015)
e há túneis com vista
(Icod de los Vinos, Novembro 2015)
igrejas antigas
(La Orotava, Novembro 2015)
(La Orotava, Novembro 2015)
e mesmo recintos arqueológicos
(Güimar, Novembro 2015)
com pirâmides construídas pelos guanches, os habitantes pré-hispânicos:
(Güimar, Novembro 2015)






































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