Herculaneum, circa 40 BCE. At the villa Pisonis the Epicurean School of Philodemus of Gadara is an informal gathering place for those who enjoy discussing philosophy, literature, general politics, the nature of things and how to live better.
quinta-feira, 22 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Ponto quê?
Alguém me sabe dizer porque é que o Blogger passou de blogspot.com para blogspot.pt?
Já não bastava as mudanças nas caixas de comentários e as captchas insuportáveis?
Já não bastava as mudanças nas caixas de comentários e as captchas insuportáveis?
A linguagem vista da Islândia
(...) I like that languages are flexible and ever-evolving (for example, as recently as 1973 Icelandic academics removed the letter Z from the language) and very personal as well. How we tjá okkur (express ourselves) may be guided by the society we live in, but ultimately cannot be absolutely regulated, nor should it be. Inflection, pronunciation, word choice, rhythm, and even grammar use are like the features on a playground, which we can use to our best and most enjoyable and creative expression.
(...)
Maria Alva Roff no blogue Iceland Eyes
Engraçado este post de uma pessoa bem longe de imaginar as discussões que num país no outro extremo da Europa se vão tendo à volta de um denominado Acordo Ortográfico. Claro que a autora não propõe a anarquia na linguagem, o que ela faz é chamar a atenção para as possibilidades criativas e lúdicas de um idioma na expressão individual, que demasiada regulação tenderia a coarctar.
(...)
Maria Alva Roff no blogue Iceland Eyes
Engraçado este post de uma pessoa bem longe de imaginar as discussões que num país no outro extremo da Europa se vão tendo à volta de um denominado Acordo Ortográfico. Claro que a autora não propõe a anarquia na linguagem, o que ela faz é chamar a atenção para as possibilidades criativas e lúdicas de um idioma na expressão individual, que demasiada regulação tenderia a coarctar.
segunda-feira, 19 de março de 2012
A Questão de Olivença*
Este fim-de-semana fui ver se valia a pena reconquistar Olivença ;-) É claro que ainda há quatro anos foi tomada pelo pessoal do blogue 31 da Armada, mas a ocupação não foi permanente e parece que o novo alcalde andará um bocadinho belicoso.
E então é assim: não somente aquilo é nosso, recuperá-lo nem dá muito trabalho. A toponímia está lá (de novo):
as armas portuguesas também, em vários locais:
assim como a calçada portuguesa, de excelente qualidade:
o castelo, as igrejas e a misericórdia idem:
os campos em volta estão cultivados e até há uma plantação de painéis solares que podíamos entregar à Three Gorges em troca das rendas excessivas e dos dividendos do ano passado que a EDP leva de brinde.
* Nota: a Questão de Olivença está muito claramente explicada do ponto de vista português aqui, e do espanhol aqui.
E então é assim: não somente aquilo é nosso, recuperá-lo nem dá muito trabalho. A toponímia está lá (de novo):
as armas portuguesas também, em vários locais:
assim como a calçada portuguesa, de excelente qualidade:
o castelo, as igrejas e a misericórdia idem:
os campos em volta estão cultivados e até há uma plantação de painéis solares que podíamos entregar à Three Gorges em troca das rendas excessivas e dos dividendos do ano passado que a EDP leva de brinde.
(Olivença, Março 2012)
* Nota: a Questão de Olivença está muito claramente explicada do ponto de vista português aqui, e do espanhol aqui.
sexta-feira, 16 de março de 2012
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