Há uma ideia que os ingleses gostam muito de cães, mas não sei se é assim. Tal como os portugueses, os restaurantes de Londres dizem que a lei os proíbe de aceitar a entrada de cães, o que não é verdade lá como não é cá. O hotel em que ficámos pôs-nos num quarto na cave (embora com janela) e não se vêem cães a passear na rua com os donos, ao contrário do que é comum nos países civilizados do continente.
Para além disso, apesar de a União Europeia os ter finalmente convencido a deixar entrar no país cães identificados e vacinados sem exigirem quarentenas nem testes serológicos, ainda não se consegue levá-los na cabine de um avião, que é o normal até para a terra dos trolls.
Assim, o Jr teve de viajar de ferry e a sua primeira visão de Inglaterra foi, como a de César, as colinas brancas de Dover.
Depois andou a passear pelos lugares turísticos, com o sucesso habitual.
Para além disso, apesar de a União Europeia os ter finalmente convencido a deixar entrar no país cães identificados e vacinados sem exigirem quarentenas nem testes serológicos, ainda não se consegue levá-los na cabine de um avião, que é o normal até para a terra dos trolls.
Assim, o Jr teve de viajar de ferry e a sua primeira visão de Inglaterra foi, como a de César, as colinas brancas de Dover.
(Dover, Abril 2012)
Depois andou a passear pelos lugares turísticos, com o sucesso habitual.
(London, Abril 2012)
E como, afinal, em Roma se deve agir como um Romano, foi passear no parque e aí socializou com os cães residentes.







