segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Em dia de Orçamento de Estado...

... a resposta dos algarvios:

(Patã, Setembro* 2012)


* ele há mouras encantadas com grande poder de previsão...

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

A minha horta

As hortas urbanas estão na moda. Eu não percebo nada de agricultura (embora tenha feito há uns anos um curso de agricultura biológica) mas depois de o meu hibisco australiano ter secado nesta Primavera, decidiu-se criar uns canteiros ao fundo do jardim e, em pleno Agosto, foi-se buscar umas alfaces, rúcula e couves bebés, mais uns rebentos de pepino, feijão-verde e tomate, salvou-se meia dúzia de batatas do seu destino no tacho e, com ajuda e conselhos de gente amiga, fez-se uma horta.

(Albufeira, Agosto 2012)

Tudo aquilo cresceu muito para além das minhas expectativas.

(Albufeira, Outubro 2012)

As alfaces, que são muito fáceis de cuidar, fizeram magníficas saladas com a rúcula, uma das couves já deu um caldo verde fantástico. O tomateiro, por outro lado, parece muito doente, mas estou entusiasmadíssima com o resto que aí vem:




(Albufeira, Outubro 2012)

Isto para já, que as batatas ainda não se vêem. Mas já há novas alfaces bebés, coentros e orégãos.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Com amigos assim...

Ri de quê, a hiena?

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Hoje, 5 de Outubro, data da fundação de Portugal, último feriado celebratório da proclamação da república, o presidente Cavaco Silva e o presidente da Câmara de Lisboa hastearam a bandeira de pernas para o ar.

Foto do Expresso

Portugal está quase a fazer mil anos, mas pelo caminho que leva não sei se os completará.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Jogos de guerra

Ando há tempos a dizer que das duas uma, ou quem nos (des)governa é completamente burro e incompetente, o que me faz alguma confusão, ou tem objectivos diferentes daqueles que apregoa, mas que não sei quais são.

O José Navarro de Andrade propõe no Delito de Opinião que o objectivo seja salvar o euro, que para esse efeito, como numa guerra, a estratégia passe por sacrificar uma ou duas posições, e que uma dessas seja Portugal.
Parece-me uma hipótese bastante plausível, no sentido de que Portugal esteja a ser visto apenas como uma posição fraca num jogo de guerra e por isso descartável.
Portugal, mais uma vez, não contaria, e não haveria objectivos para Portugal enquanto Estado ou nação, nem para os portugueses enquanto pessoas.

Por enquanto, infelizmente, não encontrei teoria melhor.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

OE 2013

Alguém sabe qual é a ganza que Vítor Gaspar consome? Tenho a impressão que me daria jeito.