domingo, 17 de agosto de 2014

Há um outro Algarve...

... na Costa Vicentina.

(Ponta da Atalaia, Agosto 2014)


Tem até vestígios de ocupação islâmica:

(Ribat da Arrifana, Agosto 2014)


As praias são atlânticas. Ah pois.

(Praia da Amoreira, Agosto 2014)

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Berlim tem a Waldbühne...

... e Albufeira tem a marina. Os ensaios começam pela hora do almoço e os eventos vão até à meia-noite, com licença camarária para os decibéis que quiserem.


Mas porque não vou eu de férias em Agosto?

domingo, 27 de julho de 2014

O tamanho do mundo

A violência contra os mais vulneráveis não tem fim, pelo contrário, parece adquirir a cada dia mais crueldade. Na segunda década do século XXI, quando a informação chega aos confins do mundo, a tortura, a violação, a mutilação e a morte continuam a ser afirmações de poder de energúmenos ignorantes.

As notícias que de vez em quando explodem são a espuma que sobrenada práticas continuadas. Os países onde essas práticas parecem ser normais vão desaparecendo do mapa do meu desejo. Provavelmente nunca visitarei o Iraque nem o Irão, nem qualquer país do Médio Oriente; parecem-me vedadas a África quase toda e uma boa parte da Ásia. Até pedaços de céu são inseguros.

Dei por mim a pensar, ainda bem que fui a tal país, porque agora não iria lá, ainda bem que fui a este e àquele, porque agora estão fora do meu horizonte.

O mundo, para mim, está a ficar muito pequeno.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Árvores dos pompons

De vez em quando árvores em que nunca tinha reparado resolvem florir.

(Praia do Lourenço, Julho 2014)

Andei a pesquisar e parece-me que são Metrosideros robustas como as do blogue Dias com Árvores. São originárias da Nova Zelândia, parentes das árvores dos escovilhões, e as flores devem ser muito doces porque ao fim da tarde as abelhas não as largavam.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Goleados

A selecção portuguesa de futebol bem podia convidar a selecção brasileira para um jogo amigável de comiseração.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Château d'Amboise

Amboise, à beira do Loire, tem origem galo-romana, cresceu em importância a partir da idade média nas guerras entre os senhores feudais e o rei de França, e o seu castelo foi residência real, durante temporadas mais ou menos longas, desde que Charles VII o confiscou (outra vez ele!) até ao reinado de Louis XIV.


Ao longo da sua história o castelo sofreu muitas alterações, acrescentos e destruições. As duas alas da residência são de épocas sucessivas: à esquerda, o estilo é gótico, à direita, renascentista.


A capela de Saint Hubert foi o verdadeiro objectivo da minha visita.


(Amboise, Junho 2014)

Mais precisamente o seu interior: é lá que está sepultado Leonardo da Vinci, que viveu em Amboise, a convite do rei François I, os últimos anos da sua vida.