Um apontamento só de uma breve ida ao Funchal no princípio de Outubro. Encontrei, como noutras cidades portuguesas, uma mistura de progresso e degradação. Há prédios em ruínas e novos cafés com esplanadas apetitosas; lojas com ar decrépito vendem coisas a preços extravagantes; miúdos com excelente aspecto passam vestidos com uniformes de colégio; as obras do aterro pós-inundações já parecem perto do fim...
De um jantar na zona velha, outrora mal afamada e agora transformada numa concentração de restaurantes para turistas, não guardarei memória, mas sim das portas pintadas, de que já me tinham falado:












