Notícia do i:
Europa tenta evitar que a Grécia entre em falência dia 16
Por António Ribeiro Ferreira, publicado em 10 Nov 2012 - 03:10 | Actualizado há 1 dia 7 horas
Eurogrupo devia libertar tranche na segunda-feira mas adiou a decisão para 26 de Novembro
O parlamento grego aprovou quarta-feira o pacote de austeridade (...) Este fim-de- -semana será votado o orçamento para 2013, que inclui muitas das medidas aprovadas quarta-feira. Com estas decisões, Atenas esperava que o Eurogrupo, que se reúne segunda-feira, desbloqueasse a tranche de 31,5 mil milhões de euros, decisiva para o país poder pagar salários, pensões e outros serviços essenciais já a partir de dia 16.
(...)
O que mais me impressiona é que dois anos e tal passados sobre o início do plano de resgate à Grécia, se lhe faltar uma fatia do empréstimo o país fica sem dinheiro para pagar salários, pensões e outros serviços essenciais, ou seja, parece que não está nada mais capaz de corresponder aos seus compromissos do que alguma vez esteve.
Ora isto é como emprestar dinheiro a um desempregado que não consegue arranjar novo emprego, para que possa comer: é muito bonito, mas tem de se ir emprestando mais e mais, com a certeza de nunca lhe resolvermos o problema e nunca reavermos o nosso dinheiro.
E ser o Estado Social a emprestar-lhe não é diferente, porque o Estado Social, como parecemos ter descoberto (alguns! outros nem isso) há pouco tempo, somos nós.
Europa tenta evitar que a Grécia entre em falência dia 16
Por António Ribeiro Ferreira, publicado em 10 Nov 2012 - 03:10 | Actualizado há 1 dia 7 horas
Eurogrupo devia libertar tranche na segunda-feira mas adiou a decisão para 26 de Novembro
O parlamento grego aprovou quarta-feira o pacote de austeridade (...) Este fim-de- -semana será votado o orçamento para 2013, que inclui muitas das medidas aprovadas quarta-feira. Com estas decisões, Atenas esperava que o Eurogrupo, que se reúne segunda-feira, desbloqueasse a tranche de 31,5 mil milhões de euros, decisiva para o país poder pagar salários, pensões e outros serviços essenciais já a partir de dia 16.
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O que mais me impressiona é que dois anos e tal passados sobre o início do plano de resgate à Grécia, se lhe faltar uma fatia do empréstimo o país fica sem dinheiro para pagar salários, pensões e outros serviços essenciais, ou seja, parece que não está nada mais capaz de corresponder aos seus compromissos do que alguma vez esteve.
Ora isto é como emprestar dinheiro a um desempregado que não consegue arranjar novo emprego, para que possa comer: é muito bonito, mas tem de se ir emprestando mais e mais, com a certeza de nunca lhe resolvermos o problema e nunca reavermos o nosso dinheiro.
E ser o Estado Social a emprestar-lhe não é diferente, porque o Estado Social, como parecemos ter descoberto (alguns! outros nem isso) há pouco tempo, somos nós.
