A trabalheira que me dá escolher hotéis quando viajo está para além do imaginável. E nem sempre vale a pena repetir um hotel onde estive bem antes, porque pode bem acontecer ter-se degradado entretanto, ou simplesmente a filosofia ter mudado. Por isso, se de quando em quando penso em falar dos hotéis do meu contentamento, acabo por desistir.
Hoje refiro aquele em que fiquei em Salzburgo por uma razão particular, e não apenas por ser muito simpático e confortável, estar em plena Altstadt e perto de tudo, ser dog-friendly e ter um restaurante onde se come bem. É que o Hotel Elefant tem uma relação especial com Portugal.
Para além dos diversos elefantes, maiores e menores, espalhados pelas zonas públicas do hotel há, na sala do restaurante, pendurado do tecto, um longo friso de madeira esculpida que conta a história do bicho: trata-se de Salomão, o protagonista do livro A Viagem do Elefante de Saramago e foi naquela sala e olhando para aquele friso que o escritor se inspirou para contar a história.
Eu não tinha ideia, fù puro caso, mas muito engraçado.
Hoje refiro aquele em que fiquei em Salzburgo por uma razão particular, e não apenas por ser muito simpático e confortável, estar em plena Altstadt e perto de tudo, ser dog-friendly e ter um restaurante onde se come bem. É que o Hotel Elefant tem uma relação especial com Portugal.
Para além dos diversos elefantes, maiores e menores, espalhados pelas zonas públicas do hotel há, na sala do restaurante, pendurado do tecto, um longo friso de madeira esculpida que conta a história do bicho: trata-se de Salomão, o protagonista do livro A Viagem do Elefante de Saramago e foi naquela sala e olhando para aquele friso que o escritor se inspirou para contar a história.
Eu não tinha ideia, fù puro caso, mas muito engraçado.













