quarta-feira, 20 de abril de 2016

Um ano de segundas-feiras

Finalmente completei este projecto: durante um ano, entre solstício de Inverno e solstício de Inverno, a caminho do trabalho, aproximadamente à mesma hora de segunda-feira (sete e meia da manhã), parei no mesmo sítio para fotografar o sol a nascer sobre o mar.
As fotos foram feitas com o telemóvel, sem filtros ou alterações excepto, em alguns casos, o acerto da linha do horizonte, já que tenho tendência para fazer escorregar as coisas para um dos lados...

Anyway... Acabei de juntar as fotos em sequência cronológica, pôr-lhes a marca de água (que tanto desespera a Catarina) e juntar-lhes o adagio da Gran Partita de Mozart, e aí está.
Para quem fizer contas e achar que faltam segundas-feiras, lembro que durante as férias o projecto sofreu inevitáveis interrupções.

sábado, 26 de março de 2016

A escolha de deus

Nós amamos a beleza. Somos capazes de nos deter a contemplar a Natureza em todas as suas facetas: forte, tranquila, ampla, íntima... Fascina-nos indomada, e apraz-nos transformada por nós à nossa medida.
Criamos beleza e regozijamo-nos com a beleza criada. Há milhares de anos pintamos, esculpimos, compomos, construímos obras de arte. Os nossos abrigos deixaram há muito de ser simples cavernas e rodeamo-nos de arte e conforto.
Procuramos o conhecimento e a sabedoria. Elaboramos um modelo do mundo que está muito além do imediato.
Procuramos ser melhores. Longe da perfeição, longe mesmo da bondade, esforçamo-nos por percorrer o caminho. Queremos tratar melhor as crianças, os animais, os mais frágeis.

Eles gostam de explodir bombas e matar pessoas. Venha deus e escolha.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Al-Zika

Há duas pragas que, na minha opinião, deviam ser exterminadas sem mais discussão: os terroristas (muçulmanos ou outros) e os mosquitos. Não têm qualquer mais-valia evolutiva e só nos atormentam.

Direcção temporal

(Albufeira, Janeiro 2016)


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O Google armado em polvo

Diz o Google que vai ser mais complicado seguir blogues na sua plataforma (Blogger) se não tiver uma conta Google.
Isto dito assim é um bocado irritante; na realidade já se tinha tornado praticamente impossível fazer comentários se não se tivesse uma conta Google. Fica aqui o aviso à navegação.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

E vão dois

Depois de David Bowie também se foi o actor Alan Rickman, com a mesma idade e a mesma causa de morte. Semana nefasta esta.


Os jornais ligam Rickman ao filme Die Hard e aos da série Harry Potter. O primeiro já vi há tanto tempo que não me lembro do vilão, mas sei perfeitamente que a primeira vez que notei a existência de Rickman foi em Sense and Sensibility, e achei-o bastante sexy embora um bocado zombie... Fazia o admirador da personagem de Kate Winslet, que mal dava por ele.
Lembro-me também dele como chefe do partido nacionalista irlandês em Michael Collins e como o adúltero professor em Love Actually.

Imagem de We ♥ it

Em nenhum dos casos era o protagonista, mas ainda assim era uma presença. No IMDb encontrei uma citação sua que o define como actor:

I approach every part I'm asked to do and decide to do from exactly the same angle: who is this person, what does he want, how does he attempt to get it, and what happens to him when he doesn't get it, or if he does?

Parece-me bem.