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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Dos sound bites políticos

As I (and plenty of others) have said too often before, there is no point in arguing for something if no one could reasonably argue the reverse.

Mary Beard, no seu blogue.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O Google armado em polvo

Diz o Google que vai ser mais complicado seguir blogues na sua plataforma (Blogger) se não tiver uma conta Google.
Isto dito assim é um bocado irritante; na realidade já se tinha tornado praticamente impossível fazer comentários se não se tivesse uma conta Google. Fica aqui o aviso à navegação.

sábado, 1 de agosto de 2015

terça-feira, 10 de março de 2015

Marés de Março

O Mário já chamou a atenção para as marés vivas de Março. O equinócio vai quase coincidir com a lua nova, o que deve produzir amplitudes muito grandes.
No Algarve as marés são obviamente mais modestas; ainda assim no domingo passado fui até à praia passear o Jr e encontrei rochas que habitualmente estão submersas até meio:


em certos casos, "meio" são dois metros e tal


enseadas com várias vezes a extensão habitual


e até lapas agarradas ao que normalmente é o fundo do mar

(Praia da Galé, Março 2015)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

A propósito de Arte Nova

aqui comentei como me surpreendeu o bairro Art Déco de Miami, quando o esperava semelhante às grandes avenidas de Lisboa.
Lembrei-me disso agora ao ler este post no blogue O Livro de Areia. A Arte Nova finlandesa tem pouco a ver com a que vi em Nancy, considerada a capital francesa desse estilo:




Particularmente conhecido é o Café Excelsior:


O museu da Escola de Nancy e a colecção Daum no museu de Belas-Artes, que não cheguei a visitar, devem ser uma perdição para quem gosta de peças deste estilo.

Nancy não é, contudo, apenas (!) Arte Nova. Sem me debruçar muito sobre a arquitectura medieval, de que também tem uns espécimes, a praça Stanislas, do século XVIII, é extraordinária:



(Nancy, Novembro 2014)


Ali bem pertinho fica a Rue des Maréchaux, que não comunga desta monumentalidade, mas é conhecida como a rue gourmande vá-se lá saber porquê ;-)

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Árvores dos pompons

De vez em quando árvores em que nunca tinha reparado resolvem florir.

(Praia do Lourenço, Julho 2014)

Andei a pesquisar e parece-me que são Metrosideros robustas como as do blogue Dias com Árvores. São originárias da Nova Zelândia, parentes das árvores dos escovilhões, e as flores devem ser muito doces porque ao fim da tarde as abelhas não as largavam.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Twitter

Andava eu a pensar que, para aquilo que tenho para dizer hoje em dia, mais me valia abrir uma conta no Twitter, quando descubro que até o Twitter tem um blogue.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

The evil that men do

E non credi ai complotti, perché a spiegare il male del mondo forse basta ed avanza la stupidità umana, non ci vuole una sublime intelligenza che pianfichi.

(E não acreditas nas conspirações, porque para explicar o mal do mundo possivelmente chega e sobra a estupidez humana, não é preciso uma sublime inteligência que planeie.)


in Il Mondo di Galatea.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Do poder de uns homens sobre os outros

Vi recentemente dois filmes que lidavam com os direitos civis (ou a falta deles) dos negros americanos, 12 Years a Slave e The Butler.

O primeiro conta a história de um negro livre, nascido e criado em Nova Iorque em meados do século XIX, educado, profissional respeitado, com família, que é raptado e vendido como escravo num dos Estados sulistas. Durante doze anos aquele homem faz o que pode para sobreviver, confrontando-se com patrões, capatazes e outros escravos melhores e piores, mas convencidos de que os homens não são todos iguais e uns têm por lei humana e divina direito de propriedade absoluta sobre outros.
O segundo passa-se no século XX. O protagonista nasceu numa plantação de um Estado do sul, onde os negros já não são escravos mas são tratados como tal. Procura melhor vida viajando para norte e é contratado como criado (chamam-lhe mordomo, mas só de nome) para a Casa Branca. A sua vida e a da sua família correm ao longo dos anos desde a presidência de Eisenhower à de Reagan e por aí fora, já reformado, à de Obama. Ao longo desses anos ele mantém-se afastado das lutas pela integração racial, mas o seu filho mais velho torna-se activista nelas.

De ambos os filmes se pode dizer que acabam bem, o que para mim já vai sendo importante. Como dizia o meu avô, amarguras, só as da vida. Mas ambos põem questões que parecem não desaparecer ao longo da história da humanidade, e que se resumem ao paradoxo de alguns se considerarem superiores a outros (cristãos, não-cristãos, negros, judeus, homossexuais) e por isso com o direito de maltratar estes últimos. Paradoxo porque me parece que, mesmo que isso fosse verdade e houvesse grupos "inferiores" por terem menor capacidade física ou intelectual, deveriam ser acarinhados e protegidos, como devem ser acarinhados e protegidos os mais fracos, sejam velhos, crianças, doentes ou inclusivamente os animais.

Continua válido o provérbio que outro dia me citaram: para veres o vilão, põe-lhe o pau na mão. Agora que estão na ordem do dia as praxes académicas (ver os posts da Helena sobre o tema), a única diferença parece ser a aparente anuência das "bestas" na sua própria bestialização.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A propósito de Mandela

Leio no blogue 31 da Armada:


O Papa Francisco é o novo Obama.


E penso: é capaz de ser.
Oxalá não seja.
Somos nós que idealizamos estas pessoas.
Parece que precisamos do que idealizamos serem estas pessoas.
Acho que precisamos de Mandelas.
E de Gandhis.

sábado, 13 de julho de 2013

Cinco dias, três museus

Paul Klee (para quem o Mário me tinha chamado a atenção) e Fausto Melotti no Museo d'Arte de Lugano:


Eu já visitei os melhores museus de arte do mundo, por isso hoje em dia o que não é extraordinário pode ser uma decepção; no entanto, os pequenos museus temáticos como o Zeppelin Museum em Friedrichshafen, são frequentemente interessantes:


Ou até mesmo uma exposição de brinquedos antigos, como esta no pequeno Museum im Malhaus de Wasserburg:


quinta-feira, 11 de abril de 2013

A igualdade

Perante situações de fome extrema, a vontade de redenção pela igualdade é como a força de um sentimento religioso.
Joel Costa, hoje, no seu blogue Questões de Moral


Quando, nem há um mês, estalou o problema cipriota, e toda a gente se indignou com o confisco das poupanças dos cidadãos, isso deveu-se a um simples esquecimento, por parte de quem manda, do imperativo maquiavélico, divide ut imperes*: resolveram taxar todas as poupanças, maiores e menores, embora em dois escalões diferentes (dez por cento acima dos cem mil euros, sete por cento abaixo).
Quando se deram conta, apressaram-se a reparar o erro, propondo que os depósitos até ao número mágico de cem mil euros afinal não fossem taxados. Logo se fez um aliviado silêncio que permite ao desgoverno cipriota (ou antes, às hienas europeias) roubar sessenta por cento dos depósitos acima desse valor.

Na verdade, os mais pobres interiorizaram a máxima revolucionária os ricos que paguem a crise, e os meios de comunicação social têm sido extremamente eficazes ao martelar os conceitos de ordenado milionário e reforma milionária, sendo que, para um povo fraco em matemática, acima de mil euros todos os zeros valem a mesma coisa.
Quanto aos que têm um bocadinho mais, esses já se sentem culpados por haver quem tenha menos e aguente. Entre os discursos da direita e os da esquerda, passo a passo lá nos vamos encaminhando para a União Soviética.



*divide para reinares

domingo, 24 de março de 2013

Motivos de irritação

1. O Blogger mudou a maneira de escrever os posts em HTML; praticamente obriga-me a optar pela escrita wysiwyg. Grrr.

2. O Google Reader vai acabar a 1 de Julho. Não percebo porquê.

3. O Mezzo deve andar sem dinheiro para pagar direitos de autor e desde o princípio do ano repete até ao infinito a mesma meia-dúzia de concertos.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Jogos de guerra

Ando há tempos a dizer que das duas uma, ou quem nos (des)governa é completamente burro e incompetente, o que me faz alguma confusão, ou tem objectivos diferentes daqueles que apregoa, mas que não sei quais são.

O José Navarro de Andrade propõe no Delito de Opinião que o objectivo seja salvar o euro, que para esse efeito, como numa guerra, a estratégia passe por sacrificar uma ou duas posições, e que uma dessas seja Portugal.
Parece-me uma hipótese bastante plausível, no sentido de que Portugal esteja a ser visto apenas como uma posição fraca num jogo de guerra e por isso descartável.
Portugal, mais uma vez, não contaria, e não haveria objectivos para Portugal enquanto Estado ou nação, nem para os portugueses enquanto pessoas.

Por enquanto, infelizmente, não encontrei teoria melhor.

sábado, 29 de setembro de 2012

Impressões da Alemanha Parte VIII

A Helenatinha falado das Stolpersteine ou pedras no caminho, literalmente pedras de tropeço, as placas de latão que diante das casas recordam as pessoas (principalmente judias, mas não só; ciganas, homossexuais, negras, etc.) que nelas viviam e foram deportadas pelos nazis. Vi-as em Berlim e também em Hamburgo. Toca-me esta maneira de recordar e expiar aquele crime que não se quer repetir nunca mais.



Na St.Johanniskirche, em Hamburgo, encontrei também esta placa:


1933/45 não está assim tão longe, as crianças e adolescentes daquela altura são os reformados de hoje: é uma culpa colectiva recente com que ainda deve ser complicado viver.

(Fotos: Hamburg, Setembro 2012)

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Perdida

Fui só eu que perdi a navbar do Blogger no Firefox, e só no Firefox? Ou seja, não vejo as opções iniciar sessão e criar novo blog na página principal do meu próprio blogue? :-(

terça-feira, 3 de julho de 2012

Da cópia

Se não me engano foi ontem que ouvi na Antena2 o primeiro andamento do Concerto para Trompete em Mi bemol de Haydn, tocado por Wynton Marsalis, e percebi que conhecia aquilo de qualquer outro lado.
Oiça-se então logo no princípio, ao minuto 0:37, este tema que é aqui tocado pelas cordas e é repetido mais adiante várias vezes, inclusivamente pelo solista (por exemplo em 1:40):


e agora oiça-se esta ária da ópera Fidelio de Beethoven, onde o mesmo se encontra a partir do minuto 6:10:


A Ana Vidal, no seu post de hoje, propõe que estas coisas se passem quando a mente não reconhece o déjà vu (déjà entendu, no caso) e "acredita" estar a criar uma nova sequência musical, quando, afinal, está apenas a reproduzir uma que tem gravada na memória. Uma boa hipótese, claro, embora para os grandes compositores de antigamente se possa também imaginar, como já tem sido dito neste blogue, que tenham ouvido um tema, gostado e resolvido utilizá-lo, sem grandes problemas quanto à respectiva atribuição.
Nesses séculos, suponho, a questão dos direitos de autor não se devia pôr da mesma maneira.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Primavera na auto-estrada

Curiosamente este ano, por mais que procure, não encontro papoilas nos lugares habituais: parece que se reuniram todas à beira da A22, vulgo Via do Infante, mais precisamente e só na berma do lado norte. Por alturas de Loulé são tapetes de escarlate.

(A22, Maio 2012)

Espero que ali estejam a salvo das brigadas dos taludes, como lhes chama o Paulo Araújo, que também anda, mais a norte, a apreciar as flores nas bermas das auto-estradas, e que vão alegrando diariamente o meu regresso a casa.

domingo, 29 de abril de 2012

Dois filmes

Há dois filmes em cartaz que vale a pena ver: ambos têm como protagonistas pessoas que só raramente o são, num dos casos um doente tetraplégico e no outro velhotes reformados e com pouco dinheiro. Ambos falam de amizade, de adaptação a circunstâncias excepcionais, ambos usam a receita conhecida do choque cultural inicial que depois é factor de crescimento e libertação, e ambos nos fazem sair do cinema bem-dispostos.

O primeiro chama-se Amigos Improváveis, em francês Intouchables, e trata da amizade que se cria e cresce entre um tetraplégico cheio de dinheiro e bom gosto e o seu novo prestador de cuidados, um senegalês dos bairros periféricos, recentemente saído da prisão. Passa-se em Paris e consegue pôr a sala toda a rir sendo requintadíssimo. A Ana Vidal já o tinha recomendado, e eu subscrevo - antes que saia dos cinemas.


O segundo é O Exótico Hotel Marigold, no original inglês The Best Exotic Marigold Hotel. Tem um grande elenco de velhos e jovens actores, foi realizado pelo autor de Shakespeare in Love, passa-se na Índia e a Índia é assim mesmo: colorida, quente, alegre, suja e degradada e ainda me está atravessada como um feitiço... Toca numa coisa importante nos dias de hoje, a velhice e o futuro de quem já tem pouco futuro, e deixa a esperança de que pode haver uma perspectiva diferente e talvez ela nos salve.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Ponto quê?

Alguém me sabe dizer porque é que o Blogger passou de blogspot.com para blogspot.pt?
Já não bastava as mudanças nas caixas de comentários e as captchas insuportáveis?