quinta-feira, 3 de maio de 2012

Acordo? Qual Acordo?

Finalmente uma notícia para rir às gargalhadas, que recebi por email: enquanto em Portugal se força o uso do acordês, no Brasil o congresso e a presidenta ordenam que as escolas passem a emitir diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido.

Não estou a brincar: é a Lei nº 12.605, de 3 de Abril de 2012.

E agora, como é? Acordamos também isto? Vamos ter presidentas, electricistos, polícias e polícios?

12 comentários:

humming disse...

Não é possível, ainda há dias gozei com isto. Motoristos, camionistos, generalas, venham eleas!

Gi disse...

Humming, eu só soube há bocadinho, e tive de confirmar para acreditar.

Mário disse...

Mas que MAGNÍFICA oportunidade de deitar o acordo às urtigas !

Só não aproveitam se forem parvos.

:( são, não é ?

Fanático_Um disse...

Acho que, desde o momento em que Dilma Roussef, no discurso da tomada de posse, disse que era a presidenta dos brasileiros, ficámos condenados a isto. E como Portugal mantém o complexo de inferioridade e de submissão à língua falada no Brasil...

Paulo disse...

Passarei a ser guio-intérpreto?

Gi disse...

Mário, outros interesses mais altos se levantam: os que sempre estiveram na base deste acordo, quaisquer que eles sejam.

Gi disse...

Fanático_Um, antes de Rousseff já Pilar del Rio enfatizara que ia ser presidenta da Fundação Saramago. Na altura ninguém lhe ligou, nem o marido, oremos para que o peso da Rousseff também não chegue.

Gi disse...

Paulo, calculo que sim :-(

mfc disse...

Is to é que é giro... é mesmo brincar às casinhas!!
Desculpa... às casinhos, que eu sou homemn!

Ludmila Ciuffi disse...

É engraçado mesmo, Gi, mas juro que nem ouvi falar desse decreto. Na verdade acordo nenhum vale nada e as pessoas falam o que sabem... A imprensa toda aderiu ao "presidenta", afinal a Dilma não tem "papas na língua", mas eletricisto, acho que não ouviremos por aqui nem por decreto divino...

Gi disse...

Mfc. as casinhas não contam, só as profissões. Por enquanto.

Gi disse...

Ludmila, felizmente desse lado do Atlântico, como deste, ainda há pessoas com bom-senso.