quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Joyce alla Scala

A ouvir, graças ao Paulo que me indicou o link da Radio 3 italiana, Joyce DiDonato, Juan Diego Florez e outros a cantar La Donna del Lago no Teatro alla Scala em Milão.
A Joyce tem estado doente mas mesmo assim está a cantar lindamente, esperemos que se aguente.
Para quem quiser seguir (começou às 19h00 e são mais de três horas), eis o libretto.

Aqui fica um clip da senhora a cantar a última ária na mesma produção, há um ano em Paris:

9 comentários:

Paulo disse...

Não fosse a música uma grande chatice... enfim, tem uns momentos bons, quando cantam a DiDonato e/ou o Florez. E non sempre.

Gi disse...

Concordo contigo... Afinal há boas razões para certas óperas não serem representadas tantas vezes ...

Mário disse...

!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Major offense !

Não estão enganados? Isto não é Wagner, é Rossini, per dio!

Paulo disse...

Não, Mário. Não estou enganado. Nem a Joyce e o Juan Diego juntos conseguem salvar aquela música chata. Não sei se me apanham para o II acto. Fiz um esforço para ouvir uma hora e quarenta minutos (o I acto), porque não conhecia, e para não dizer a mim próprio que não lhe dava uma oportunidade. Não sei se voltarei para o II.

Mário disse...

Acho a Joyce um pouquinho em baixo para o costume, mas o Diego Florez está muitíssimo bem.

É natural que o melhor da música seja no 2º acto, já é assim na Cenenterolana Semiramide...

Eu estou a gostar do segundo acto, mesmo que a orquestra me pareça bem mal dirigida.

Gi disse...

Olá Mário :-)
Voltei agora, praticamente no fim da terceira cena do segundo acto. Vou ouvir mais um pouco.

Gi disse...

Estiveram muito bem. Valeu a pena. Brava, Joyce, e bravo, Juan Diego.

Paulo disse...

Ouvi o final do II acto e a Joyce esteve muito bem. O Juan Diego também. Mas continuo a achar a ópera muito chata.

FanaticoUm disse...

Infelizmente, com grande pena minha, não tive oportunidade de ouvir. Mesmo sendo chata (e concordo neste ponto com o Paulo), ouvir Joyce DiDonato e Juan Diego Flórez em Rossini é sempre um privilégio.