quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Três perguntas

Qual a vantagem que as televisões nacionais encontram ainda neste modelo de debate/frente-a-frente/entrevista em que todos os comentadores, sejam políticos, economistas, jornalistas, professores ou outros, não fazem mais que repetir as mesmas coisas, ainda que com o ar de terem descoberto a pólvora?

O pessoal ainda vê, apesar de toda a gente, incluindo taxistas e empregadas de limpeza, já ser capaz de papaguear os mesmos chavões sobre como o aumento brutal dos impostos leva a mais desemprego e à destruição da economia?

Finalmente: quando toda a gente diz o mesmo, tem razão ou está na altura de procurar outra verdade?

2 comentários:

Mário disse...

Gi, à laia de respostas:

1. Nenhuma, só a cumplicidade entre jornalistas e políticos/comentadores para a propaganda. Propaganda = repetir chavões até à exaustão.

2. O pessoal não vê nem ouve. Mas por regra o que vai no outro canal ainda é pior...

3. Verdade não há, nem no que toda a gente diz, nem em parte nenhuma. Simplesmente, NÃO HÀ verdade. Isto não é 2+2=4. É gostas mais assim ? ou assado ? Questão de gostos.

Eu gostava mais de outra maneira. Mas não tenho em quem confiar para a levar adiante.

Joao Quaresma disse...

Tem a vantagem de ser muito mais barato fazer isto do que comprar uma boa série inglesa, um bom filme, uma peça de teatro ou um concerto. E quem participa tem uma tribuna e quiçá um trampolim para outros vôos.